ProgramasMostra contemporâneosPROGRAMA 01 À Margem do Lixo - Evaldo Mocarzel (Brasil) PROGRAMA 02 Bagatela – A Necessidade Tem Cara de Cachorro - Jorge Caballero (Colômbia/Espanha) Menino Aranha - Mariana Lacerda (Brasil) Meninos - Gonzalo Rodríguez Fábregas (Uruguai) PROGRAMA 03 Devoção - Sergio Sanz (Brasil) Phedra - Claudia Priscilla (Brasil) PROGRAMA 04 Entre a Luz e a Sombra - Luciana Burlamaqui (Brasil) PROGRAMA 05 Esse Homem Vai Morrer: Um Faroeste Caboclo - Emilio Gallo (Brasil) Contra-Corrente - Agostina Guala (Argentina) Partida - Marcelo Martinessi (Paraguai) PROGRAMA 06 Garapa - José Padilha (Brasil) PROGRAMA 07 Nunca Mais!!! Cochabamba, 11 de Janeiro de 2007 - Roberto Alem (Bolívia) Dayuma Nunca Mais - Roberto Aguirre Andrade (Equador) PROGRAMA 08 O Signo da Cidade - Carlos Alberto Riccelli (Brasil) Os Sapatos de Aristeu - René Guerra (Brasil) PROGRAMA 09 Sentidos à Flor da Pele - Evaldo Mocarzel (Brasil) Pugile - Danilo Solferini (Brasil) PROGRAMA 10 Tambores de Água: um Encontro Ancestral - Clarissa Duque (Venezuela/Camarões) Além de Café, Petróleo e Diamantes – Marcelo Trotta (Brasil) Tarabatara - Julia Zakia (Brasil) PROGRAMA 11 Cocais, a Cidade Reinventada – Inês Cardoso (Brasil) Unidade 25 - Alejo Hoijman (Argentina/Espanha) Sessões especiaisPROGRAMA 12 Histórias de Direitos Humanos – vários diretores (diversos países) PROGRAMA 13 O Cavaleiro Negro - Åsa Faringer, Ulf Hultberg (Suécia/México/Dinamarca) PROGRAMA 14 Pro dia Nascer Feliz - João Jardim (Brasil) PROGRAMAS 15 e 16 Trago Comigo – Tata Amaral (Brasil) Retrospectiva histórica - Iguais na diferençaInspirada pelo lema ‘Iguais na Diferença’, emblema simbólico da natureza dos direitos humanos, e que vem sendo empregado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República em várias de suas campanhas, desde 2007, a Retrospectiva Histórica de 2009 reafirma seu compromisso em identificar títulos marcantes da história do cinema sul-americano que se relacionam com os temas ligados aos Direitos Humanos. Assim, este ano são reunidas produções de 1949 a 1998 em que se destacam nomes expressivos da cinematografia da região. É o caso do chileno Raúl Ruiz, que realizou em 1973 O Realismo Socialista, e do peruano Francisco J. Lombardi, autor do sucesso Não Conte a Ninguém, de 1998. Dois longas-metragens brasileiros, que tratam de temas complexos, são recuperados pela programação: Crueldade Mortal (Luiz Paulino dos Santos, 1976), através de uma brilhante atuação de Joffre Soares, aborda questões ligadas ao idoso, tortura e segurança pública; e Também Somos Irmãos (José Carlos Burle, 1949), com elenco liderado por Grande Otelo, que é considerado por estudiosos como o filme mais importante sobre a questão racial feito no Brasil. Completam a programação dois curtas-metragens que abordam questões bastante pertinentes: Agarrando Pueblo (Os Vampiros da Miséria) (1978), dos colombianos Carlos Mayolo e Luis Ospina, que questiona com inteligência a exploração cinematográfica da pobreza; e Estrela de Oito Pontas (Brasil, 1996), do renomado animador Marcos Magalhães e co-autoria do artista Fernando Diniz, que então vivia há cinquenta anos internado em um hospital psiquiátrico. PROGRAMA 17 Crueldade Mortal - Luiz Paulino dos Santos (Brasil) Estrela de Oito Pontas - Fernando Diniz, Marcos Magalhães (Brasil) PROGRAMA 18 Não Conte à Ninguém - Francisco J. Lombardi (Peru/Espanha) PROGRAMA 19 O Realismo Socialista - Raúl Ruiz (Chile) Agarrando Pueblo (Os Vampiros da Miséria) - Carlos Mayolo, Luis Ospina (Colômbia) PROGRAMA 20 Também somos irmãos - José Carlos Burle (Brasil) Homenagem - Vídeo nas aldeiasConsiderado projeto precursor na área de produção audiovisual dos índios no Brasil, desde o início o Vídeo nas Aldeias tem como objetivo apoiar as lutas dos povos indígenas para fortalecer suas identidades e seus patrimônios territoriais e culturais por meio de recursos audiovisuais e de uma produção compartilhada com os povos envolvidos. O projeto surgiu em 1987, a partir de um experimento realizado por Vincent Carelli entre os índios Nambiquara, em que os filmava e depois lhes exibia as imagens. Este ato gerava uma mobilização coletiva e, diante do potencial que o instrumento apresentava, a experiência foi levada a outros grupos, criando uma série de vídeos sobre como cada povo incorporava o vídeo de uma maneira particular. Em 1997 foi realizada a primeira oficina de formação na aldeia Xavante de Sangradouro. O Vídeo nas Aldeias forneceu equipamentos de exibição e câmeras de vídeo para estas comunidades e gerou uma rede de distribuição e troca dos vídeos que eram produzidos. Novas experiências se desenvolveram a partir de então, como a recriação de seus mitos em ficção. O Vídeo nas Aldeias foi se tornando cada vez mais um centro de produção de vídeos e uma escola de formação audiovisual para povos indígenas. Desde o “Programa de Índio” para televisão em 1995 até a atual Coleção Cineastas Indígenas, passando por todas as oficinas de filmagem e de edição em parceria com ONGs e Associações Indígenas, a produção audiovisual compartilhada está no centro das suas preocupações. Esta homenagem reúne uma pequena amostra dos mais de 70 filmes produzidos pelo grupo, uma referência como acervo de imagens dos povos indígenas brasileiros. São sete títulos que representam o potencial criativo, inovador e humanista desses realizadores e de seus personagens. PROGRAMA 21 Corumbiara - Vincent Carelli (Brasil) Mokoi Tekoa Petei Jeguatá - Duas aldeias, uma caminhada - Germano Beñites, Ariel Duarte Ortega, Jorge Ramos Morinico (Brasil) PROGRAMA 22 De volta à terra boa - Mari Corrêa, Vincent Carelli (Brasil) Príàra Jô, depois do ovo, a guerra - Komoi Panará (Brasil) PROGRAMA 23 YÃKWÁ, O banquete dos espíritos - Virgínia Valadão (Brasil) A Arca dos Zo'e - Dominique Tilkin Gallois, Vincent Carelli (Brasil) O Espírito da TV - Vincent Carelli (Brasil) VOLTAR |










